GRUPOS DE TRABALHO
Via Aérea Difícil

Coordenação e Contacto:

Jorge Matos Órfão (Coordenador) |  jmatosorfao@gmail.com
José Gonçalves Aguiar
Zélia Moreira
Rita Frada
Carlos Mexedo

- Constatação da existência de variados problemas relativos à abordagem da Via Aérea em alguns doentes.
- Constatação da inexistência de normas e algoritmos de atuação definidos em Portugal.
- Inexistência de normas relativas ao material mínimo a existir em locais onde se realizem atos anestésicos e/ou abordagem da Via Aérea.
- Necessidade de registar e disponibilizar de forma controlada a informação relativa a doentes com VAD.

Objetivos:

- Definição e divulgação de protocolos / algoritmos de Via Aérea difícil;
- Análise e apresentação de materiais de via Aérea;
- Estabelecimento e participação em fórum de Via Aérea Difícil;
- Elaboração de base de dados nacional de Casos de Via Aérea difícil;
- Coordenação e/ou colaboração em trabalhos de investigação clinica;
- Colaboração na formação básica e/ou pós graduada na área da Via Aérea.


Considerandos:

- Constatação da existência de variados problemas relativos à abordagem da Via Aérea
em alguns doentes;
- Constatação da inexistência de normas e algoritmos de atuação definidos em Portugal;
- Inexistência de normas relativas ao material mínimo a existir em locais onde se realizem atos anestésicos e/ou abordagem da Via aérea;
- Necessidade de registar e disponibilizar de forma controlada a informação relativa a doentes com VAD.


Metodologia/Calendarização:

- Consensos/Protocolos
- Elaboração de propostas de consensos (até 30 Set 2014), sobre:
- Avaliação;
- Abordagem;
- Unidades Via Aérea/ materiais;
- Disponibilização ‘online’ das propostas aguardando a colaboração dos anestesistas SPA
(até Set 2014);
- Revisão das propostas integrando o máximo de informação possível;
- Disponibilização ‘online’ dos consensos (Dez 2014).


Registos de VAD:

- Elaboração de uma proposta de base de dados de registo informático, sediada na SPA
(até Set 2014);
- Protecção de dados;
- Acesso restrito a Anestesiologistas registados.
- Disponibilização ‘online’ da base de dados.
- Disponibilização de versão de impressão para fornecer ao doente:

- Contacto :

Disponibilização de contacto / fórum para assuntos relacionados com VAD na SPA;

- Informação de Materiais VAD:

Disponibilização de informação sobre materiais de VAD (a realizar de forma progressiva e gradual)

- Formação na área de Via Aérea

- Colaboração na elaboração de acções de formação na área da Via Aérea nas áreas de formação em Anestesiologia ou de actualização em Via Aérea;
- Divulgação de bases científicas atuais na área da via aérea.


 

- Poderá ler "Consensos Via Aérea Difícil" aqui.
- Poderá ver o formulário de Registo de Via Aérea Difícil Adulto aqui.
- Poderá ver o formulário de Registo de Via Aérea Difícil Pediatria aqui.
- Poderá ler as Instruções de Prenchimento Adulto aqui.
- Poderá ler as Instruções de Prenchimento Pediatria aqui.
- Poderá sugerir alterações fundamentadas para o email via.aerea.spa@gmail.com.

 

Medicina da Dor

Coordenadora:
Ana Cristina Mangas | acmangas@gmail.com

Medicina da Dor Cronica
Teresa Fontinhas
Joao Alves da Silva

Medicina da Dor Aguda
Ana Rita Silva (CHPorto)
Marlene Vieira (CHLisboa Norte)
Piedade Gomes (CHUCoimbra)
Sara Fonseca (HSJoão - Porto)
Isabel Serralheiro
Rui Valente

O Anestesista tem um papel fundamental no tratamento da dor. É na sua vivência diária que contacta de uma forma próxima e íntima com a necessidade de controlar a dor nos seus doentes. Trata-se de algo que está imbuído na sua matriz de especialista. Seja na dor aguda ou na dor crónica é inegável o papel preponderante do anestesista nessa área do conhecimento.
O Anestesista tem uma visão de conjunto que permite agregar conhecimentos e competências que resultam num processo de cuidados de saúde centrados no doente. A ligação entre o tratamento da dor e a Anestesiologia está consubstanciado no facto de que são, na sua maioria, anestesistas que estão intimamente ligados à génese e desenvolvimento das Unidades de Dor em Portugal.
Surgiu assim uma vontade partilhada por Anestesistas portugueses de criar junto da sociedade científica que os representa, a SPA, o Grupo de Estudo de Medicina da Dor.
O Grupo de Estudo da Medicina da Dor, de acordo com o exposto no artº 27 dos estatutos da SPA, foi apresentado na Assembleia Geral da SPA, em Março de 2013, tendo a sua criação sido aprovada por unanimidade.
Este grupo, de acordo com os estatutos da SPA é constituído por anestesistas pertencentes à SPA com interesse particular na medicina de dor ou que trabalhem em Unidades de Dor


1. Consolidar o papel do anestesista Líder na Dor

O anestesista deve desenvolver uma plataforma de diálogo, colaboração na abordagem concertada dos vários tipos de dor, permitindo uma comunicação eficaz
entre os vários intervenientes. Propõe-se afirmar o papel do anestesista na abordagem da dor aguda do pós-operatório, na dor resultante do trauma e de
procedimentos e na equipa multidisciplinar de abordagem do doente com dor crónica oncológica ou não oncológica.

2. Promover um desenvolvimento e atualização profissional contínuos.

O objetivo do desenvolvimento profissional contínuo é de manter e melhorar o conhecimento, competências e atitudes, desenvolvendo atributos profissionais
necessários para o melhor conhecimento em Dor.
A educação é uma ferramenta fundamental para a melhoria dos cuidados aos doentes com dor. As oportunidades educativas devem constituir recursos essenciais para a melhoria dos conhecimentos clínicos e aptidões. Propõe-se a disponibilização de ações de formação, iniciativas educacionais, bolsas ou estágios.

3.Implementar Recomendações

As sociedades científicas, nomeadamente as sua secções ou grupos de interesses específicos devem efetuar recomendações de boas práticas. Propõe-se a elaboração a título autónomo ou em conjunto com outras sociedades científicas de normas de índole clínica, organizativa e de gestão ligadas ao universo da medicina de dor e em articulação com a Direção Geral de Saúde e a Ordem dos Médicos através da Competência de Medicina da Dor.

4. Promover Investigação clínica de qualidade

A promoção de investigação clínica de qualidade permite estreitar uma colaboração entre investigadores e clínicos de forma a possibilitar um melhor conhecimento da dor crónica e aguda assim com do seu tratamento.

5. Estabelecer uma colaboração alargada com outras sociedades da área científica da Medicina de Dor.

É necessário estabelecer consensos entre sociedades científicas, nomeadamente em relação a recomendações de forma a reforçar a sua implementação.

 

Medicina perioperatória

Euroanaesthesia 2017

Grupo de medicina perioperatória

O notável aumento da segurança da anestesia nas últimas décadas, traduzido pela drástica  redução das taxas de mortalidade e de morbilidade intraoperatórias, não conduziu a
equivalente redução da morbimortalidade pós-operatória.
Num ambiente de recursos limitados, com crescentes pressões em termos de complexidade e volume de trabalho, é indispensável sustentar a elevada fiabilidade dos processos de anestesia e alargar o foco à segurança e fiabilidade do período perioperatório.
O Grupo de Medicina Perioperatória da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia é constituído por um conjunto de membros da Sociedade, focados em acrescentar valor aos cuidados
perioperatórios.

Objetivos:
O alinhamento de objetivos é essencial à contribuição para a melhoria sustentada da performance do desempenho do período perioperatório. O fortalecimento dessa performance, é importante para o futuro sucesso dos sistemas de saúde.

1. Elevar os standards da medicina perioperatória ao melhor nível possível, promovendo a segurança do doente e a melhoria dos indicadores de resultado;
2. Fomentar o seguimento e a articulação de sinergias ao longo do percurso do doente proposto para cirurgia, com particular relevo para o doente de alto risco;
3. Estimular uma cultura de aprendizagem com o erro, fomentando a notificação sistemática nos sistemas de informação relevantes, nomeadamente de reações
medicamentosas e de incidentes, nos portais RAM e notific@, respetivamente;
4. Identificar áreas de melhoria e promover a elaboração de recomendações transversais ao período perioperatório, em articulação com níveis verticais de organização.
5. Apoiar a implementação de programas de melhoria da qualidade;
6. Promover políticas de proteção do doente e da relação médico-doente, particularmente, em grupos de risco de vulnerabilidade;
7. Fomentar a comunicação segura em associação às orientações de boa prática, de forma transversal ao percurso do doente;
8. Compilar e divulgar documentos científicos entre os pares.
9. Encorajar a educação, a pesquisa científica e o envio para publicação na revista da SPA, de trabalhos validados e de interesse na área da medicina perioperatória;
10. Ser um agente catalizador de eficácia e eficiência da medicina perioperatória, promovendo uma cultura de qualidade, em estreita comunicação com níveis multi e interdisciplinares, e com os doentes. Estabelecer canais de comunicação eficazes com Associações de Doentes e Grupos Profissionais que tenham objetivos idênticos.

Contactos
- Cristina Amaral | acristinamaral@gmail.com
- Marcos Pacheco
- Graça Couceiro
- Patrícia Conde
- Alice santos
- Magna Fortunato
- Dalila Veiga

Analgesia e Sedação em Anestesia

Estudos de Analgesia e Sedação
Joana Mourão
Manuel Vicco
Paulo Sá Rodrigues

Downloads
Normas de Sedação

Sedação e Delírio em Medicina Intensiva
Grupo SPP/SPA para Perioperatório doente com SAOS

Grupo de Trabalho
- Alice Rafael Santos | Anestesiologista do HSJoão
- Ana Almeida | Anestesiologista do CHUCoimbra
- Fátima Teixeira | Pneumologista do CHLisboa Norte
- Marta Drummond | Pneumologista do CHLisboa Central
- Rosário Órfão | Anestesiologista do CHCoimbra
- Susana Moreira | Pneumologista 
- Susana Varela  Sousa | Pneumologista do HSetúbal
- Tiago Taleço | Anestesiologista do HSetúbal